Número de candidatos que têm ensino superior e pós aumenta nestas eleições

A porcentagem de candidatos que têm maior escolaridade aumentou de 2014 para 2018. De acordo com informações do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que foram atualizadas até o dia 22 de agosto de 2018, houve um aumento de 13,5% de candidatos que têm ensino superior ou pós-graduação. O percentual dos candidatos que completaram até o ensino fundamental diminuiu em 10,2% e o dos que têm ensino médio aumentou em 3%.
Leonardo Secchi (PSB), que tem pós-doutorado, passou pelas universidades de Harvard e Barcelona e é professor de ensino superior. Leonardo concorre, em 2018, ao cargo de deputado estadual por Santa Catarina e conta que sua vida sempre foi dentro da academia.

Política 2.0: os aplicativos que ajudam o eleitor a escolher o candidato e a cobrá-lo depois

O professor universitário Leonardo Secchi promete dividir sua cadeira na Assembleia Legislativa de Santa Catarina com 1.000 pessoas caso venha a ser eleito em outubro. Cerca de 500 eleitores já se envolveram no projeto de CoDeputado apresentado como plataforma de campanha pelo pré-candidato do PSB. “É como uma participação acionária no mandato”, resume Secchi, que estabeleceu sete princípios básicos para a participação e, baseado neles, excluiu da plataforma dois colaboradores que defenderam em suas redes sociais uma intervenção militar durante a paralisação dos caminhoneiros. O modelo de mandato compartilhado por aplicativo vem sendo testado desde 2017 por pelo menos cinco vereadores de Minas Gerais, São Paulo e Santa Catarina e é apenas uma demonstração de como a tecnologia vem influenciando a política no Brasil.

“O mandato compartilhado é a grande revolução política do século 21”

O professor de Administração Pública da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina), doutor em Ciências Políticas, Leonardo Secchi, de Florianópolis, aposta na inovação para conquistar votos e um mandato a deputado estadual em Santa Catarina. Ao defender a participação popular nos mandatos como uma forma de recuperar o interesse das pessoas na gestão pública, ele quer dividir o mandato com os cidadãos.

Professor une 1.000 cidadãos em busca de mandato compartilhado em Santa Catarina

Estudantes, professores, profissionais liberais, empresários, lideranças comunitárias, autônomos… O perfil, embora diverso, é seletivo. São cidadãos dispostos a discutir e a participar efetivamente da política, em pleno ano eleitoral, cujo descrédito da classe diante da corrupção prevê maior afastamento dos brasileiros das urnas.

Na contramão, este seleto grupo será formado por 1.000 pessoas ávidas não só a votar em outubro, mas também a ter poder decisório sobre as pautas de interesse público na Assembleia Legislativa de Santa Catarina, estado com 7 milhões de habitantes e pouco mais de 5 milhões de eleitores.

Mandato Compartilhado abre vagas para novos Codeputados em SC

O professor de Administração Pública da UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina), doutor em Ciências Políticas, Leonardo Secchi, de Florianópolis, aposta na inovação para conquistar votos e um mandato a deputado estadual em Santa Catarina. Ele é candidato a uma das 40 vagas no Legislativo catarinense pelo PSB e propõe dividir o mandato com os cidadãos por meio do projeto de Mandato Compartilhado, chamado Codeputado, um modelo de cooperativa política.

Mandato Compartilhado abre espaço para cidadão sugerir leis

Não é só dividir o mandato com 1.000 cidadãos em todo o Estado, nem só aumentar a participação popular nas decisões públicas em Santa Catarina. O projeto Codeputado criado pelo professor de Administração Pública da UDESC, Doutor em Ciências Políticas, Leonardo Secchi, de Florianópolis, quer também compartilhar o processo de criação da agenda de propostas da campanha. É o que propõe a chamada pública lançada nesta semana e aberto até 5 de agosto para cadastrar proposições dos cidadãos catarinenses sobre os problemas e demandas a serem resolvidos no Estado, especialmente nas áreas de gestão pública, educação e inovação.

Segurança pública, o discurso de ódio e o papel do Estado

“Pega ladrão!!” O grito pode ser de um comerciante assaltado, de uma família refém, de um idoso enganado, da atendente de loja amarrada, de um policial armado, de um vizinho desprevenido, do eleitor frustrado…

”Mata bandido!” A ordem pode vir da cadeia, da milícia, dos policiais, da justiça, do pai de família, das mulheres da vida, do estudante voraz. Vem da mãe que perdeu o filho, da vítima de estupro, do reacionário, da cristã, do super-herói anônimo, do mediano, do socialista, do intelectual…